sábado, 20 de fevereiro de 2010


Moradores de rua


O jornal POPULAR publicou quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010, matéria sobre os problemas enfrentados por pessoas que vivem nas ruas. Com o título Uma praça onde reina a indigência, a jornalista Maria José Silva conta que a Praça do Trabalhador, no Centro de Goiânia, transformou-se em um dos principais pontos de aglomerações de moradores de rua.

Nela, mostra que de acordo com o promotor Everaldo Sebastião de Sousa, coordenador do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude do Ministério Público estadual, diz que o número de crianças e adolescentes abandonados pode ser superior a cem. É triste ver pessoas sendo marginalizadas pelo poder público e tendo de submeter a humilhações daquelas que os desprezam.

É lamentável que a Câmara Municipal de Goiânia não tenha resolvido ainda esse problema, devido ser obrigação dos vereadores votarem leis que amparem esses tipos de pessoas e dar o total apoio a elas. É necessário o empenho do poder público e da sociedade, a fim de coibir esse tipo de problema, pois são seres humanos como nós e devem receber atenção e carinho.


Eduardo Gonçalves Marques

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010


Tráfico de pessoas


Com relação ao tráfico de seres humanos, gostaria de cumprimentar o jornal POPULAR pela matéria veiculada quarta-feira - 10 de feveriro de 2010 - , com o título Goiás lidera tráfico de pessoas, na qual a jornalista Carla Borges relata que Goiás é o Estado campeão no número de inquéritos abertos pela Polícia Federal (PF) para investigar os casos.

Geralmente, as pessoas são levadas por promessas de empregos e estudos, porém quando chegam lá são obrigadas a cumprir atividades que nem sempre gostariam de exercer.


Eduardo Gonçalves Marques

sábado, 13 de fevereiro de 2010




Procurando escola




Li, com certa tristeza, a reportagem do POPULAR com o título Aluno down não consegue escola, que relata o drama da empresária, mãe e presidente da Associação de Síndrome de Down do Estado de Goiás (Asdown) em conseguir uma vaga para seus dois filhos portadores da Síndrome de Down na rede particular de ensino.


Essa dificuldade é mais frequente na rede particular, devido alegarem a falta de de conhecimento da lei ou por nem querer saber desta. Entretanto, na rede pública o saldo é mais positivo, pois, pelo incentivo do governo, a preocupação de socializar e pedagógica como o preenchimento de estatística. É triste vermos pais de crianças portadores desse distúrbio tendo de submeter a uma negação no ato da matrícula de seu filho. Isso que algumas escolas fazem é um tremendo constrangimento, desrespeito e preconceito com a criança, com os pais e a sociedade.


Eduardo Gonçalves Marques

Escolas e drogas


Com relação ao tráfico de drogas nas escolas, gostaria de cumprimentar o POPULAR pela reportagem de quinta-feira, 28 de janeiro de 2010, com o título PM flagra tráfico e uso de drogas nas proximidades de escolas, da jornalista Camila Blumenschein. O texto relata que um total de 56 ocorrências de uso e tráfico de drogas no perímetro escolar foi registrado, no ano passado, em Goiânia, pelo Batalhão Escolar da PM.

Também podemos notar que o Batalhão Escolar tem desenvolvido, ao longo dos anos, um projeto preventivo e educativo que consiste em realizar um curso para ensinar como os estudantes devem dizer não às drogas, cujo nome é Programa Educativo de Resistência ao Uso de Drogas e Violência (Proerd).

Entretanto, o Batalhão não tem agido apenas em casos de tráficos de drogas, pois de acordo com a PM foram resgistradas 146 ocorrências de outros tipos de crimes cometidos dentro e na porta das escolas. É um absurdo vermos casos como esses, pois a escola deveria ser um local de respeito, inserção social, integridade social, física e psicológica.

Todavia, está sendo usada como palco de destruição e descaso pelos próprios estudantes.

Eduardo Gonçalves Marques

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010


Mulheres na política


É de muito proveito o que o jornalista Hélio Rocha disse em artigo publicado sexta-feira - 29 de janeiro de 2010 - , no jornal POPULAR, relatando o quanto a mulher está cada vez mais empenhada em estabelecer no cenário político. Mostra que desde 2001 as mesmas estão em maior número de matrículas do que os homens.

Cabe a todos nós valorizarmos as mulheres como cidadãs que têm direito de ser mais ativas no cenário político - e lembrarmos que Josefina Álvares de Azevedo não lutou por algo vago, e sim para que elas sejam mais participantes e empreendedoras nesse campo da sociedade.

O Brasil deveria estar criando mais projetos de incentivo à promoção da mulher na política, a fim de que elas possam mostrar que são capazes tanto quanto os homens. Mas, devemos também avaliar a candidata, pois aquela que não faz o trabalho bem-feito acaba comprometendo o gênero nos quadros políticos.


Eduardo Gonçalves Marques